Para mais informações consultar o blog
http://festadadanca.blogspot.com/
27/03/08
24/07/07
Jean-Marc Adolphe Nascido em 1958, vive e trabalha em Paris. Consultor artístico de festivais e teatros (nomeadamente do Teatro da Bastilha, em Paris, de 1994 a 2002), é um observador implicado e envolvido da criação coreográfica contemporânea. Em 1992, em Paris, e em 1994, em Lisboa, foi o iniciador do projecto SKITE, no qual participaram numerosos coreógrafos emergentes (Meg Stuart, Alain Platel, Vera Mantero, João Fiadeiro, Caterina Sagna, Jérôme Bel, etc). Está, neste momento, a organizar uma nova edição do SKITE, durante o Verão de 2007. Como jornalista-ensaísta e crítico de dança, tem colaborado com numerosos jornais e revistas. Fundou, em 1993, a revista Mouvement, «o indisciplinar das artes vivas» (http://www.mouvement.net), da qual é, ainda hoje, editor.
Cláudia Galhós Nasceu em Lisboa, em 1972. Escreve sobre dança para o semanário Expresso. Foi editora do suplemento semanal «Artes de Palco», do «Magazine», da 2: da RTP e escreveu para diversos jornais – Diário Económico; NetParque (portal de cultura do Parque das Nações, ex-Expo’98); Público e Jornal de Letras, entre outros. Entre 2001 e 2003, teve um programa semanal de entrevistas na rádio Voxx, intitulado «À Conversa sobre Artes». Estreou-se na área da ficção em 2001, com «Sensualistas», ao qual se sucedeu «Conto de Verão», em 2003 (livro seleccionado pelo Instituto Português do Livro e da Biblioteca para ser promovido na Feira do Livro de Frankfurt do ano seguinte), ambos editados pela Oficina do Livro, estando prevista para 2007 a edição do seu terceiro romance. Tem diversos contos e textos sobre teatro e dança publicados em Portugal e no estrangeiro, alguns apresentados em conferências, das quais destaca «Unidades de Sensação e a Continuidade como Ruptura» (Serralves, no Porto, a 8 de Junho de 2006) – primeira abordagem a uma teoria da dança contemporânea, que se encontra em processo de escrita. É autora do livro «Corpo de Cordas – 10 anos de Companhia Paulo Ribeiro» (Assírio & Alvim, 2006), e está a trabalhar num livro de acompanhamento de processos criativos de companhias de teatro portuguesas.
06/06/07
Relatório Maratona Dia Mundial da Dança
A Ministra da Cultura, Isabel Pires de Lima esteve presente na 4ª edição da Maratona do Dia Mundial da Dança que decorreu no passado dia 29 de Abril no Teatro Aveirense. A cidade de Aveiro recebeu uma programação singular, que contou com cerca de 30 apresentações que começaram às 11h e se foram até às 22h.
As comemorações do Dia Mundial da Dança iniciaram-se no sábado com a aula aberta de Sofia Neuparth.
Uma das notas fortes da programação foi a conversa de cerca de duas horas sobre as novas criações contemporâneas, mediada por Maria João Garcia e Joclécio Azevedo. Ficaram como ideias centrais: referências; meio e o público; temáticas sugeridas pelos mediadores. Entre o visível e o invisível, entre processos e produtos, foram debatidos outros temas, como a especificidade das residências artísticas, a inutilidade de um «inconformismo conformista» face à política das artes em Portugal, as novas realidades emergentes a partir do trabalho desenvolvido desde o interior de um lugar ou comunidade, a problemática da inexistência quase total de uma reflexão/análise crítica sobre a dança (e sobretudo a quase total ausência de críticos nos espectáculos de jovens criadores). Está actualmente em fase de preparação a transcrição do debate que ficará brevemente disponível no seio da REDE.
No Dia Mundial da Dança, dedicado às crianças pelo Conselho Internacional da Dança, junto com a UNICEF (a mensagem pode ler-se em http://www.iartes.pt/news/newsletter_04_82_02fulltext.html) esta Maratona pôde contar com: Uma Bailarina na Maratona do Dia Mundial da Dança, espectáculo infantil criado por Aldara Bizarro, com interpretação de Ainhoa Vidal. Consoante a especificidade das apresentações no sentido de puderem utilizar luz natural ou permitirem a mobilidade dos espectadores foi feita uma programação que utilizou a sala estúdio e a sala principal alternadamente.
Tendo em conta a experiência dos anos anteriores quanto à falta de destaque dos trabalhos em video as projeções foram este ano programadas em equilíbrio com as apresentações performativas.
Luciana Fina apresentou MOUVEMENT portraits; Animais/Pedestrians, de Sérgio Cruz; Rugas (versão remake 2005), de Rui Horta e Marcus Behrens; Os pata-lugares, de Né Barros; Olhares em dança, de ?lex Campos.
Um dos momentos marcantes do dia foi, sem dúvida, a exibição de um vídeo de homenagem a Paula Castro, da autoria de Joana Providência.
Quanto às apresentações performativas: Sala Estúdio: Paredes, de Maria Manuela Marques; Projecto de Investigação, de Ana Maria Silveira; Subsidiem-me, de Diniz Sanchez; De algum lado, de Pedro Carvalho; Sobre Comunicação, de Sofia Neuparth.
Sala Principal: Por aqui, por aí outra vez (excerto de Tudo e Nadas), de Maria João Garcia; The awerness trap, de Sílvia Pinto Coelho; Improviso IV, de Clara Carrapatoso; Estético - Histérico Fase 1, de Inês Mariana Moitas e Luís Félix Random Sample, de Vera Mota Pés na terra Coração no ar, de Isabel Barros Dança in my mind, de Clara Andermatt e Vítor Rua Ai! qué dolor! Oh! What a pain!, de Catarina Miranda Ao cruzar as árvores, de Ainhoa Vidal.
No foyer: Margarida Mestre e Miguel Pereira homenagearam Paula Castro; Cristiana Rocha expôs a sua recolha de notícias sobre dança, num trabalho intitulado "Estudo de Públicos". Ainda no foyer, Joclécio Azevedo distribuiu um paper onde compilou uma série de impressões sobre a sua relação com a dança).
A noite terminou com um espectáculo de improviso com a participação de Vera Mantero, Miguel Pereira, Margarida Mestre, Clara Andermatt, Vítor Rua, Sophie Leso, Filipa Francisco, João Galante, Joclécio Azevedo e João Samões.
07/05/07
24/04/07
A Plataforma dos Intermitentes das Artes do Espectáculo e do Audiovisual entregou ao Presidente da Assembleia da República uma petição com 4300 assinaturas.
Apresentou também um documento em que as Associações e Sindicatos do sector expõem as suas propostas para a elaboração da regulamentação laboral. A reunião correu bem, as motivações dos profissionais foram expostas e gerou-se uma discussão em redor desta falta de regulamentação durante mais de uma hora. Jaime Gama referiu que se tratava de uma iniciativa peculiar, já que ao mesmo tempo que a Plataforma apresenta as suas propostas, existem várias iniciativas legislativas em curso. A proposta da Plataforma vai ser avaliada pela Comissão de Trabalho e Segurança Social da Assembleia da República, onde os nossos representantes serão chamados. O debate na Generalidade ainda não foi agendado. Nas próximas semanas, a Plataforma vai apresentar as suas propostas a cada Grupo Parlamentar e espera vir a fazer parte da elaboração da regulamentação que tanto faz falta ao sector, dentro dos mecanismos da nossa democracia. Trata-se de um sector muito complexo, em que as formas de organização do trabalho são muito específicas. A Intermitência é da própria natureza da maior parte das profissões do espectáculo e do audiovisual, e só pode ser compreendida e legislada com a nossa participação.23/04/07
Petição com 4000 assinaturas
A Plataforma dos Intermitentes das Artes do Espectáculo e do Audiovisual irá entregar uma petição com 4000 assinaturas na Assembleia da República na próxima Segunda-feira dia 23 de Abril.
Uma delegação desta plataforma será recebida pelo Presidente da AR pelas 15h00. Além da petição será entregue um documento com as linhas orientadoras defendidas pelas associações do sector, para a elaboração do Estatuto dos Profissionais Intermitentes das Artes do Espectáculo e do Audiovisual.CONVIDAMOS TODOS OS INTERESSADOS PARA UMA CONFERENCIA DE IMPRENSA à porta da A.R. às 16h00, onde será feito um ponto da situação.
Nota: O Governo já aprovou em Conselho de Ministros uma proposta. Esperamos ansiosamente que seja apresentada na A.R e que seja tornada pública. Só com a nossa intervenção e participação será possivel chegar a um Estatuto que satisfaça todas as partes. Ainda faltam vários passos para o Estatuto ser aprovado, a nossa influência pode ser decisiva. para qualquer esclarecimento, mande um mail para: intermitentes@gmail.com A Plataforma é composta pelas seguintes organizações: AIP- Associação de Imagem Portuguesa; Associação Novo Circo, ARA – Associação de Assistentes de Realização e Anotação, ATSP – Associação dos Técnicos de Som Profissional, Encontros do Actor, GDA- Gestão dos Direitos dos Artistas, Granular - Associação de Música Contemporânea, Movimento dos Intermitentes do Espectáculo e do Audiovisual, PLATEIA - Associação de Profissionais das Artes Cénicas, REDE - Associação de Estruturas para a Dança Contemporânea, RAMPA, Sindicato dos Músicos, SINTTAV- Sindicato Nacional dos Trabalhadores das Telecomunicações e Audiovisual, STE - Sindicato das Artes do Espectáculo.