- CASA BRANCA - associação cultural que se constitui como um espaço de acção cultural com vocação interdisciplinar que pretende promover a investigação e a difusão da arte e da cultura contemporânea. A par da produção de objectos artísticos, a casaBranca desenvolve projectos ligados à formação e à pedagogia. São membros fundadores da associação: Ana Borralho, João Galante, Mónica Samões
- CIRCULAR - Festival que procura acompanhar a experimentação no campo das artes performativas e o questionamento sobre as práticas de produção artística contemporâneas, apresentando novas criações e propiciando espaços de reflexão artística. Neste sentido, o Circular promove também o desenvolvimento de residências artísticas em Vila do Conde, aproximando-se do seu contexto e integrando-o como elemento de pesquisa e actuação.
- DEVIR - estrutura cultural sem fins lucrativos, fundada em 1994, sedeada em Loulé e a funcionar em Faro, que contribui para a dinamização cultural do Algarve ao longo de todo o ano, no âmbito da divulgação, produção, difusão e formação nas áreas da dança, do teatro e da música contemporânea. Em 14 anos de actividade a acção da DeVIR assentou maioritariamente em dois projectos estratégicos: “a sul” Festival Internacional de Dança Contemporânea (1994/2006) e CAPa, Centro de Artes Performativas do Algarve (2001).
- MATERIAIS DIVERSOS - estrutura de produção e difusão de artes performativas contemporâneas que produz o trabalho do coreógrafo Tiago Guedes e do encenador Martim Pedroso nas suas diferentes vertentes (produção, difusão e formação) numa tentativa de proporcionar condições para que estes artistas possam desenvolver os seus projectos com uma base de produção e enquadramento adequadas.
- VO'ARTE - com 10 anos no terreno, Vo'Arte é uma plataforma dinâmica de criação,apoio, divulgação e de encontro de várias linguagens e formas artísticas transdisciplinares. Desenvolve várias actividades : Lugar à Dança – Festival Internacional de Arte em Paisagem Urbana; Coimbra Dança - Festival; produções e programação cinematográfica; Mostra Arte Non Stop - Mostra pluridisciplinar de jovens criadores; Lab’s voarte - Residências artísticas e formação; PROD e DIF voarte –produções voarte e difusão de artistas associados.
- ZUT! - fundada em 2005 por Inês Jacques, ZUT! é uma estrutura criada, inicialmente, para dar mais consistência às sua criações, mas tem o objectivo mais alargado de promover a criação e produção das artes performativas de artistas contemporâneos. Neste momento promove o trabalho de Inês Jacques e do duo ela-não-é-francesa-ele-não-é-espanhol.
22/12/08
SEIS NOVAS ESTRUTURAS ASSOCIAM-SE À REDE
06/10/08
:: COMUNICADO:: Decreto-Lei ::
07/04/08
divulgacao da lista de projectos seleccionados::: amanha dia 8 de Abril
27/03/08
24/07/07
Jean-Marc Adolphe Nascido em 1958, vive e trabalha em Paris. Consultor artístico de festivais e teatros (nomeadamente do Teatro da Bastilha, em Paris, de 1994 a 2002), é um observador implicado e envolvido da criação coreográfica contemporânea. Em 1992, em Paris, e em 1994, em Lisboa, foi o iniciador do projecto SKITE, no qual participaram numerosos coreógrafos emergentes (Meg Stuart, Alain Platel, Vera Mantero, João Fiadeiro, Caterina Sagna, Jérôme Bel, etc). Está, neste momento, a organizar uma nova edição do SKITE, durante o Verão de 2007. Como jornalista-ensaísta e crítico de dança, tem colaborado com numerosos jornais e revistas. Fundou, em 1993, a revista Mouvement, «o indisciplinar das artes vivas» (http://www.mouvement.net), da qual é, ainda hoje, editor.
Cláudia Galhós Nasceu em Lisboa, em 1972. Escreve sobre dança para o semanário Expresso. Foi editora do suplemento semanal «Artes de Palco», do «Magazine», da 2: da RTP e escreveu para diversos jornais – Diário Económico; NetParque (portal de cultura do Parque das Nações, ex-Expo’98); Público e Jornal de Letras, entre outros. Entre 2001 e 2003, teve um programa semanal de entrevistas na rádio Voxx, intitulado «À Conversa sobre Artes». Estreou-se na área da ficção em 2001, com «Sensualistas», ao qual se sucedeu «Conto de Verão», em 2003 (livro seleccionado pelo Instituto Português do Livro e da Biblioteca para ser promovido na Feira do Livro de Frankfurt do ano seguinte), ambos editados pela Oficina do Livro, estando prevista para 2007 a edição do seu terceiro romance. Tem diversos contos e textos sobre teatro e dança publicados em Portugal e no estrangeiro, alguns apresentados em conferências, das quais destaca «Unidades de Sensação e a Continuidade como Ruptura» (Serralves, no Porto, a 8 de Junho de 2006) – primeira abordagem a uma teoria da dança contemporânea, que se encontra em processo de escrita. É autora do livro «Corpo de Cordas – 10 anos de Companhia Paulo Ribeiro» (Assírio & Alvim, 2006), e está a trabalhar num livro de acompanhamento de processos criativos de companhias de teatro portuguesas.
06/06/07
Relatório Maratona Dia Mundial da Dança
A Ministra da Cultura, Isabel Pires de Lima esteve presente na 4ª edição da Maratona do Dia Mundial da Dança que decorreu no passado dia 29 de Abril no Teatro Aveirense. A cidade de Aveiro recebeu uma programação singular, que contou com cerca de 30 apresentações que começaram às 11h e se foram até às 22h.
As comemorações do Dia Mundial da Dança iniciaram-se no sábado com a aula aberta de Sofia Neuparth.
Uma das notas fortes da programação foi a conversa de cerca de duas horas sobre as novas criações contemporâneas, mediada por Maria João Garcia e Joclécio Azevedo. Ficaram como ideias centrais: referências; meio e o público; temáticas sugeridas pelos mediadores. Entre o visível e o invisível, entre processos e produtos, foram debatidos outros temas, como a especificidade das residências artísticas, a inutilidade de um «inconformismo conformista» face à política das artes em Portugal, as novas realidades emergentes a partir do trabalho desenvolvido desde o interior de um lugar ou comunidade, a problemática da inexistência quase total de uma reflexão/análise crítica sobre a dança (e sobretudo a quase total ausência de críticos nos espectáculos de jovens criadores). Está actualmente em fase de preparação a transcrição do debate que ficará brevemente disponível no seio da REDE.
No Dia Mundial da Dança, dedicado às crianças pelo Conselho Internacional da Dança, junto com a UNICEF (a mensagem pode ler-se em http://www.iartes.pt/news/newsletter_04_82_02fulltext.html) esta Maratona pôde contar com: Uma Bailarina na Maratona do Dia Mundial da Dança, espectáculo infantil criado por Aldara Bizarro, com interpretação de Ainhoa Vidal. Consoante a especificidade das apresentações no sentido de puderem utilizar luz natural ou permitirem a mobilidade dos espectadores foi feita uma programação que utilizou a sala estúdio e a sala principal alternadamente.
Tendo em conta a experiência dos anos anteriores quanto à falta de destaque dos trabalhos em video as projeções foram este ano programadas em equilíbrio com as apresentações performativas.
Luciana Fina apresentou MOUVEMENT portraits; Animais/Pedestrians, de Sérgio Cruz; Rugas (versão remake 2005), de Rui Horta e Marcus Behrens; Os pata-lugares, de Né Barros; Olhares em dança, de ?lex Campos.
Um dos momentos marcantes do dia foi, sem dúvida, a exibição de um vídeo de homenagem a Paula Castro, da autoria de Joana Providência.
Quanto às apresentações performativas: Sala Estúdio: Paredes, de Maria Manuela Marques; Projecto de Investigação, de Ana Maria Silveira; Subsidiem-me, de Diniz Sanchez; De algum lado, de Pedro Carvalho; Sobre Comunicação, de Sofia Neuparth.
Sala Principal: Por aqui, por aí outra vez (excerto de Tudo e Nadas), de Maria João Garcia; The awerness trap, de Sílvia Pinto Coelho; Improviso IV, de Clara Carrapatoso; Estético - Histérico Fase 1, de Inês Mariana Moitas e Luís Félix Random Sample, de Vera Mota Pés na terra Coração no ar, de Isabel Barros Dança in my mind, de Clara Andermatt e Vítor Rua Ai! qué dolor! Oh! What a pain!, de Catarina Miranda Ao cruzar as árvores, de Ainhoa Vidal.
No foyer: Margarida Mestre e Miguel Pereira homenagearam Paula Castro; Cristiana Rocha expôs a sua recolha de notícias sobre dança, num trabalho intitulado "Estudo de Públicos". Ainda no foyer, Joclécio Azevedo distribuiu um paper onde compilou uma série de impressões sobre a sua relação com a dança).
A noite terminou com um espectáculo de improviso com a participação de Vera Mantero, Miguel Pereira, Margarida Mestre, Clara Andermatt, Vítor Rua, Sophie Leso, Filipa Francisco, João Galante, Joclécio Azevedo e João Samões.
